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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Rio eu te amo

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Foi um regresso sentido e emocionado a uma das cidades que, felizmente, já faz parte da minha vida. A espera, desta vez, foi longa, passaram-se mais de 3 anos desde a última vez que esta cidade me acolheu. Essa tinha sido muito especial pois foi a primeira visita ao Rio com a C. e senti um privilégio enorme de ter o exclusivo desígnio de ser o seu "mestre sala" e dar a conhecer esta cidade que tanto amo à minha querida mulher. A cidade recebeu-nos de braços totalmente abertos como é seu hábito e proporcionou-nos, mais uma vez, momentos que irão ficar nas nossas eternas memórias. Não foi uma estada fácil devido ao momento complicado que estamos a atravessar mas não havia melhor cidade para amenizar a inquietação latente que temos vivido nestes últimos meses e para nos dar ânimo para encarar os próximos tempos que se continuam a afigurar difíceis, infelizmente. Foi uma visita especial por tudo isso e também por um facto importante e significativo tendo em conta a paixão que nutro pela música popular brasileira. Pela primeira vez estava no Rio numa data marcante para a história da música brasileira, o aniversário do nascimento de Vinícius de Moraes, o grande poeta ou poetinha, como gostava de ser chamado e como os amigos, carinhosamente, lhe chamavam. Curiosamente, no seu caso, esta alcunha não lhe retirava em nada a sua grandiosidade, pelo contrário, só a aumentava agregando-lhe a dimensão humana e intimista que só os grandes homens possuem e que lhes é reconhecida pelos seus pares. Ficaram muitas coisa para fazer, como ficam sempre, faltou tempo para estar com todos os amigos, faltou força de vontade para correr mais vezes no calçadão (apesar de terem sido mais vezes do que é normal mas menos do que tinha sido planeado) mas isso é só mais um dos motivos que nos fazem ter vontade de voltar e planear a próxima visita. Como diz a letra da música "Samba pra Vinícius":
"Que a vida não gosta de esperar
A vida é pra valer,
A vida é pra levar,"
Foram 12 dias muito especiais que esperamos os dois repetir o mais breve possível e, por isso, queremos os dois agradecer mais esta deliciosa experiência. Obrigado Rio e obrigado aos amigos que sempre nos recebem de braços abertos. Daqui a pouco a gente volta! Rio nós te amamos!!

sábado, 27 de abril de 2013

Contagem ansiosamente decrescente

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É hoje, finalmente. Nunca estive tanto tempo sem ver um show da Marisa Monte e hoje vou vê-lo com a C. e com os meus amigos da vida, alguns deles que viram os shows anteriores comigo. Não há coisa mais importante na vida.

"E no meio de tanta gente eu encontrei você
Entre tanta gente chata sem nenhuma graça, você veio
E eu que pensava que não ia me apaixonar
Nunca mais na vida
Eu podia ficar feio só perdido
Mas com você eu fico muito mais bonito
Mais esperto
E podia estar tudo agora dando errado pra mim
Mas com você dá certo

Por isso não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais
Por isso não vá, não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais
Eu podia estar sofrendo caído por aí
Mas com você eu fico muito mais feliz
Mais desperto
Eu podia estar agora sem você
Mas eu não quero, não quero

Por isso não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais
Por isso não vá, não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais"
 Não vá embora - Marisa Monte

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Imagens de Junho

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Aos meus Amigos.



"Olho para a chuva que não quer cessar
Nela vejo o meu amor
Esta chuva ingrata que não vai parar
Pra aliviar a minha dor

Eu sei que o meu amor pra muito longe foi
Numa chuva que caiu
Oh, gente! Por favor pra ela vá contar
Que o meu coração se partiu

Chuva traga o meu benzinho
Pois preciso de carinho
Diga a ela pra não me deixar triste assim...
O ritmo dos pingos ao cair no chão
Só me deixa relembrar
Tomara que eu não fique a esperar em vão
Por ela que me faz chorar.

Oh, chuva traga o meu benzinho!
Pois preciso de carinho
Diga a ela pra não me deixar triste assim

O ritmo dos pingos ao cair no chão
Só me deixa relembrar
Tomara que eu não fique a esperar em vão
Por ela que me faz chorar.

Oh, chuva traga o meu amor!
Chove, chuva traga o meu amor
Oh, chuva traga o meu amor!
Chove, chuva traga o meu amor..."
Ritmo da chuva - Fernanda Takai e Rodrigo Amarante

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

sábado, 9 de janeiro de 2010

Teresa da Praia

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Em homenagem ao meu querido brother Paulinho. Umas das primeiras criações do mestre e maestro Tom Jobim, aqui em parceria com Billy Blanco. Uma criação que seriu para apaziguar um conflito latente entre os clubes e fãs dos dois grandes ícons da época, Dick Farney e Lúcio Alves. A guera era tão real que os dois resolveram fazer um dueto para demonstrarem que se davam bem, pelo menos, é isso que conta Ruy de Castro no seu apaixonante livro Chega de Saudades. Infelizmente não existe a versão desse dueto mas tem uma versão da música com o Dick Farney e tem também a versão deliciosa do Roberto Carlos e Caetano Veloso no show dos dois, de homenagem aos 50 anos da Bossa Nova.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Julieta Venegas e Lenine - Miedo

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Em homenagem ao meu xará, músico e grande amigo que não conhecia a Julieta e que descobriu que a sua cerveja preferida é a Antarctica. Só mesmo o sôtor para preferir Antarctica à Brahma e à Skol! Além de Lenine, leva também Diego Torres (amanhã vai me ligar a dizer que também não conhece o Diego, não vem a minha casa!).