sexta-feira, 27 de abril de 2018
Corporativos há 20 anos
quarta-feira, 18 de abril de 2018
"Muitas metades existem e acho que não são só duas"
Novo tema do cantor e compositor português Luiz Caracol que é, supostamente, a primeira amostra do suposto terceiro trabalho a solo. O Luiz já nos habituou em todos os momentos que lança novos trabalhos, lançá.los com um tema muito forte e este, apesar de se chamar "Metade", é mais um completo bom exemplo desse predicado. mais um tema delicioso com um poema simples como todas as coisas bonitas no mundo, subtil e alegra e uma melodia envolvente e contagiante.
Muito orgulho erm conhecê-lo pessoalmente e ter acompanhado presencialmente o seu trajeto durante muitos anos.
Muito orgulho erm conhecê-lo pessoalmente e ter acompanhado presencialmente o seu trajeto durante muitos anos.
sexta-feira, 23 de março de 2018
Jah-Van
Este é o nome próprio de um disco coletivo recentíssimo que pretende levar a obra de Djavan para os ritmos musicais da Jamaica, "Jah-Van, Djavan goes Jamaica".
Um dos primeiros destaques é a linda balada, editasda há 22 anos, "Nem um dia" e que agora ganha o ritmos reggae e a voz ska do paraibano mais jamaicano de sempre... Chico César!
A outra amostra deste trabalho já disponível é outro grande clássico do universo djavaniano, "Meu bem querer", tema interpretado por Seu Jorge e pelo rapper Black Alien.
É incrível a riqueza que se encontra no trabalho de Djavan e que é ainda mais potenciada pela qualidade da produção e do talento de quem se envolveu com este projeto.
Um dos primeiros destaques é a linda balada, editasda há 22 anos, "Nem um dia" e que agora ganha o ritmos reggae e a voz ska do paraibano mais jamaicano de sempre... Chico César!
A outra amostra deste trabalho já disponível é outro grande clássico do universo djavaniano, "Meu bem querer", tema interpretado por Seu Jorge e pelo rapper Black Alien.
É incrível a riqueza que se encontra no trabalho de Djavan e que é ainda mais potenciada pela qualidade da produção e do talento de quem se envolveu com este projeto.
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terça-feira, 20 de março de 2018
Encontro carioca
Luiza Possi e João Sabiá são os dois naturais do Rio de Janeiro, a Luiza já nasceu no meio artístico pois é filha da, também cantora, Zizi Possi e o João começou muito cedo a frequentar este meio, concorreu a um prigrama de talento, participou em algumas mini-séries e novelas até se fixar na música.
Praticamente da mesma idade, Luiza é mais nova 3 anos, estão a encontrar a maturidade nas suas carreiras, um pouco ao mesmo tempo e, por causa disso ou não, encontraram-se para um doce momento musical de nome, "Me responda".
Praticamente da mesma idade, Luiza é mais nova 3 anos, estão a encontrar a maturidade nas suas carreiras, um pouco ao mesmo tempo e, por causa disso ou não, encontraram-se para um doce momento musical de nome, "Me responda".
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segunda-feira, 12 de março de 2018
"Mi sem bo amor"
A Nancy Vieira tem uma voz incrível, doce, quente, melodiosa, sedutora tal como é o arquipélago tropical que a viu nascer, Cabo Verde. É uma legitima e fantástica embaixadora da envolvente música tradicional caboverdiana mas, apesar disso, tem evoluído na sua carreira sempre num plano mais discreto que outras intérpretes.
Tem disco novo, chamado "Manhã florida" e tem, pelo menos, uma música que já me agarrou, uma morna maravilhosa chamada "Mi sem bo amor", que em criolo significa, eu sem o seu amor.
A música tradicional caboverdiana, por incrível que pareça é ainda uma música desconhecida para a maioria das pessoas e tem sofrido, recentemente, com a popularidade doutros estilos africanos, nomeadamente, as kizombas e afins, compelindo os menos atentos a rotular da mesma forma todos estes estilos numa ampla classificação de nome, música africana. A música africana é bastante rica e diversificada para se resumir a um rótulo tão redutor.
Para mim, o mundo seria muito mais cincento e pobre sem a diversidade da música africana e sem uma bela morna para nos emocionar.
Tem disco novo, chamado "Manhã florida" e tem, pelo menos, uma música que já me agarrou, uma morna maravilhosa chamada "Mi sem bo amor", que em criolo significa, eu sem o seu amor.
A música tradicional caboverdiana, por incrível que pareça é ainda uma música desconhecida para a maioria das pessoas e tem sofrido, recentemente, com a popularidade doutros estilos africanos, nomeadamente, as kizombas e afins, compelindo os menos atentos a rotular da mesma forma todos estes estilos numa ampla classificação de nome, música africana. A música africana é bastante rica e diversificada para se resumir a um rótulo tão redutor.
Para mim, o mundo seria muito mais cincento e pobre sem a diversidade da música africana e sem uma bela morna para nos emocionar.
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
Felicidade agora
"A felicidade chegou aqui agora
A gente quer, a gente tem, a gente pede, a gente nunca se incomoda
A felicidade chegou em sua porta
Tá no perfume, nos seus olhos, no azul do horizonte, a gente goza"
Felicidade agora - Luiz Melodia
Uma das vozes mais melodiosas da música popular brasileira calou-se em agosto do ano passado. Luiz Melodia, o Negro Gato, como carinhosamente era chamado devido à sua bela música do mesmo nome, foi mais uma vitima dessa doença terrível.
Deixou-nos, pelo menos, esta doce peça que foi editada postumamente há uns dias. Uma ironia cruel, deixar uma música de fala de felicidade no momento, quando o seu último ano foi o ano de combate à sua prematura morte.
Como noutros casos de outros entes queridos de famílias que já sofreram com perdas provocadas pelo cego cancro, esta bela obra é mais uma boa razão para o recordarmos com todo o carinho e saudade que merece. "Rasgue a camisa, enxugue meu pranto"!
A gente quer, a gente tem, a gente pede, a gente nunca se incomoda
A felicidade chegou em sua porta
Tá no perfume, nos seus olhos, no azul do horizonte, a gente goza"
Felicidade agora - Luiz Melodia
Uma das vozes mais melodiosas da música popular brasileira calou-se em agosto do ano passado. Luiz Melodia, o Negro Gato, como carinhosamente era chamado devido à sua bela música do mesmo nome, foi mais uma vitima dessa doença terrível.
Deixou-nos, pelo menos, esta doce peça que foi editada postumamente há uns dias. Uma ironia cruel, deixar uma música de fala de felicidade no momento, quando o seu último ano foi o ano de combate à sua prematura morte.
Como noutros casos de outros entes queridos de famílias que já sofreram com perdas provocadas pelo cego cancro, esta bela obra é mais uma boa razão para o recordarmos com todo o carinho e saudade que merece. "Rasgue a camisa, enxugue meu pranto"!
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018
Avião de papel
E assim se juntam duas gerações de talento bem distantes a criar uma peça linda e a demonstrar que quando os talentos se juntam acontece magia. Sou da opinião que deveriam acontecer muito mais momentos destes na música portuguesa, aí temos muito a aprender com os nossos irmãos brasileiros que têm uma atitude muito mais descomprometida e colaborativa.
Carolina Deslandes e Rui Veloso num desses momentos mágicos.
Carolina Deslandes e Rui Veloso num desses momentos mágicos.
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