quinta-feira, 10 de março de 2016
Dark side of the moon
Etiquetas:
Dire Straits,
Pink Floyd,
Queen,
Simone,
Supertramp,
Tom Jobim,
Vida,
Vinícius de Moraes
terça-feira, 8 de março de 2016
Showzaço
Etiquetas:
Benfica,
Marisa Monte,
Rio,
Seu Jorge,
Tim Maia
sexta-feira, 4 de março de 2016
"Hoje ela só quer paz"
"Essa mina é uma daquelas fenomenais
Vitamina, é proteína e sais minerais
Ela é a vida, após a vida
Despedida pros seus dias mais normais
Pra que mais?"
Hoje ela só quer paz - Projota
O nome Projota parece mais adequado para uma organização social ou uma associação de cidadãos mas é o nome artístico do jovem rapper brasileiro José Tiago Sabino Pereira.
Projota é também produtor musical e começõe a sua carreira nas batalhas de MC's e foi publicando o seu trabalho nas redes sociais YouTube e MySpace. Tem editado, de forma independente, alguns trabalhos desde 2009 e está a lançar o seu novo álbum onde está incluído esta "Hoje ela só quer paz".
Boa onda, grande swing.
Vitamina, é proteína e sais minerais
Ela é a vida, após a vida
Despedida pros seus dias mais normais
Pra que mais?"
Hoje ela só quer paz - Projota
O nome Projota parece mais adequado para uma organização social ou uma associação de cidadãos mas é o nome artístico do jovem rapper brasileiro José Tiago Sabino Pereira.
Projota é também produtor musical e começõe a sua carreira nas batalhas de MC's e foi publicando o seu trabalho nas redes sociais YouTube e MySpace. Tem editado, de forma independente, alguns trabalhos desde 2009 e está a lançar o seu novo álbum onde está incluído esta "Hoje ela só quer paz".
Boa onda, grande swing.
terça-feira, 1 de março de 2016
Chegada de Março com Céu
A Céu está a lançar um novo álbum que se chama "Tropix" e que tem como amostra de estreia esta grande música chamada "Perfume invisível". Por coincidência o céu que nos cobre trouxe um Março luminoso, acolhedor e muito soalheiro.
Esperemos que tenha arrumado, definitivamente, a chuva e o frio nas gavetas e armários de inverno e que nos ofereça um Março que seja o prenúncio de uma primavera estimulante e deleitável aqui do lado não tropical e mais regelado do Atlântico.
Esperemos que tenha arrumado, definitivamente, a chuva e o frio nas gavetas e armários de inverno e que nos ofereça um Março que seja o prenúncio de uma primavera estimulante e deleitável aqui do lado não tropical e mais regelado do Atlântico.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Arnaldo e Marisa voltam a fazer magia
As colaborações e parcerias da Marisa Monte e Arnaldo Antunes já deram várias obras primas à música, a maior delas, talvez, o disco dos Tribalistas onde se juntou também o terceiro vértice deste núcleo de criação, Carlinhos Brown.
O Arnaldo Antunes tem novo disco, chama-se "Já é" e já é de 2015, grande falha a minha. e tem este dueto maravilhoso com a sua parceira natural e que se chama "Peraí, repara". Neste tema, tem tambémn um contributo de outro talentoso músico, compositor e produtor musical Dadi, também ele um importantíssim e fundamental elemento no disco dos Tribalistas onde tocou, além de baixo, seu instrumento de origem, guitarra, bandolim, piano e violão, cavaquinho e acordeão.
Boa música para este dia cinzento escuro e alagado que perspetiva um fim de semana de recolha e espera pelo sol mais quente e presente de Março.
O Arnaldo Antunes tem novo disco, chama-se "Já é" e já é de 2015, grande falha a minha. e tem este dueto maravilhoso com a sua parceira natural e que se chama "Peraí, repara". Neste tema, tem tambémn um contributo de outro talentoso músico, compositor e produtor musical Dadi, também ele um importantíssim e fundamental elemento no disco dos Tribalistas onde tocou, além de baixo, seu instrumento de origem, guitarra, bandolim, piano e violão, cavaquinho e acordeão.
Boa música para este dia cinzento escuro e alagado que perspetiva um fim de semana de recolha e espera pelo sol mais quente e presente de Março.
Etiquetas:
Arnaldo Antunes,
Carlinhos Brown,
Dadi,
Marisa Monte,
Tribalistas
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Djavan é...Djavan
Para o bem e para o menos bem não é normal esperar surpresas no lançamento de novos trabalhos do Djavan. A sua linha é muito corente e linear desde o seu princípio e o máximo que se pode considerar é uma certa evolução na sua música ao desligar-se mais das suas ligações à música tradicional da sua origem para passar a assumir um papel de verdadeiro crooner da MPB.
E isso não é mau, pelo contrário, o que surpreende é a manutenção da qualidade das suas músicas e a sua voz limpída, cativante, envolvente e até sedutora que ignora totalmente os anos que já passaram.
O Djavan tem um nova trabalho que foi lançado em finais do ano passado e que se chama "Vidas pra contar" e, mais uma vez, garante 3 ou 4 músicas de fácil atração e espontaneamente viciantes.
Não sou fã incondicional do trabalho do Djavan, já fui mas continuo fã incondicional da sua voz e destas 3 ou 4 musicas que ele garante em cada trabalho novo que publica. A minha preferida é a o tema "Não é um bolero" pois é uma daquelas.
E isso não é mau, pelo contrário, o que surpreende é a manutenção da qualidade das suas músicas e a sua voz limpída, cativante, envolvente e até sedutora que ignora totalmente os anos que já passaram.
O Djavan tem um nova trabalho que foi lançado em finais do ano passado e que se chama "Vidas pra contar" e, mais uma vez, garante 3 ou 4 músicas de fácil atração e espontaneamente viciantes.
Não sou fã incondicional do trabalho do Djavan, já fui mas continuo fã incondicional da sua voz e destas 3 ou 4 musicas que ele garante em cada trabalho novo que publica. A minha preferida é a o tema "Não é um bolero" pois é uma daquelas.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Dia de romaria
Hoje vamos ver o Zambujo e o Araújo e a rima perfeita dos nomes apetece que não seja uma mera coincidência tal a cumplicidade que têm vindo a demonstrar em todos os momentos que partilham o seu talento e o oferecem a quem os vai ver.
Não será de todo indissociável a amizade longa e, aparentemente, genuína que têm vindo a construir regada e valorizada pela música e pelas canções, paixão que ambos partilham o que permite que cada coisa que façam juntos se torne num momento de celebrtação e de energia positiva.
Não tenho dúvidas nenhumas em dizer que, atualmente, estes são os dois músicos mais celebrados da música portuguesa e isso também contribui para, não só, continuarem mas também para fazerem cada vez melhor. A prova disso é esta maratona de concertos que iniciaram na passada quarta feira e que, entre Coliseu de Lisboa e do Porto, vai durar até final de Março.
Uma das maiores virtudes dos dois é a sua capacidade natural de transformar estórias e experiências do dia a dia em canções que emocionam e nos envolvem quase automaticamente. A outra é o facto de, apesar de todo este suceessso continuar a não se vislumbrar, em nenhum deles, qualquer tipo de indício de celebridade. Pelo contrário, conseguem sempre transformar a experiência num momento quase familiar como se fizéssemos parte do grupo de amigos estivéssemos na sala de jantar de álguém a ouvi-los tocar e contar estórias. Eu gostava.
Vou ter um enorme gosto de voltar a vê-los e a ouvi-los juntos, a ouviar a voz versátil, imprevisível e cheia do seu Alentejo do Zambujo e a pronúncia do norte salpicada de gotas de Rui Veloso e Carlos Tê de um Porto que já não é o sentido dos anos 90 do século 20 mas sim um Porto com auto estima, sofisticado, contemporâneo e orgulhoso por essas conquistas mas que continua, vaidosamente a trocar os "vês pelos bês".
"Por mais duro o serviço
Que a terra peça da gente
Eu não sei por que feitiço
Temos sempre novo alento"
Romaria das festas de Santa Eufémia - Miguel Aráujo e António Zambujo
Não será de todo indissociável a amizade longa e, aparentemente, genuína que têm vindo a construir regada e valorizada pela música e pelas canções, paixão que ambos partilham o que permite que cada coisa que façam juntos se torne num momento de celebrtação e de energia positiva.
Não tenho dúvidas nenhumas em dizer que, atualmente, estes são os dois músicos mais celebrados da música portuguesa e isso também contribui para, não só, continuarem mas também para fazerem cada vez melhor. A prova disso é esta maratona de concertos que iniciaram na passada quarta feira e que, entre Coliseu de Lisboa e do Porto, vai durar até final de Março.
Uma das maiores virtudes dos dois é a sua capacidade natural de transformar estórias e experiências do dia a dia em canções que emocionam e nos envolvem quase automaticamente. A outra é o facto de, apesar de todo este suceessso continuar a não se vislumbrar, em nenhum deles, qualquer tipo de indício de celebridade. Pelo contrário, conseguem sempre transformar a experiência num momento quase familiar como se fizéssemos parte do grupo de amigos estivéssemos na sala de jantar de álguém a ouvi-los tocar e contar estórias. Eu gostava.
Vou ter um enorme gosto de voltar a vê-los e a ouvi-los juntos, a ouviar a voz versátil, imprevisível e cheia do seu Alentejo do Zambujo e a pronúncia do norte salpicada de gotas de Rui Veloso e Carlos Tê de um Porto que já não é o sentido dos anos 90 do século 20 mas sim um Porto com auto estima, sofisticado, contemporâneo e orgulhoso por essas conquistas mas que continua, vaidosamente a trocar os "vês pelos bês".
"Por mais duro o serviço
Que a terra peça da gente
Eu não sei por que feitiço
Temos sempre novo alento"
Romaria das festas de Santa Eufémia - Miguel Aráujo e António Zambujo
Etiquetas:
António Zambujo,
Carlos Tê,
Miguel Araújo,
Rui Veloso
Subscrever:
Mensagens (Atom)



