quinta-feira, 16 de julho de 2015

O rap e o samba

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Emicida e Mestre Wilson das Neves no disco do rapper de 2013, "O Glorioso Retorno de Quem Nunca Esteve Aqui". A música chama-se "Trepadeira".

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Descoberta da Bahia

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Banda de rock alternativo com alguns sintomas de Los Hermanos o que é muito positivo. Chamam-se Maglore, são de São Salvador da Bahia, lançaram este ano o seu terceiro trabalho mas eu ainda ando encantado com o primeiro, chamado "Veroz" e que les permitiu serem considerados uma das revelações da música brasileira no ano de 2011 pelo jornal Globo. Como é que eu ainda não os conhecia?! Este tema chama-se "Demodé" e reflete bem o seu registo musical.

terça-feira, 14 de julho de 2015

A Amália continua a encantar

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Vai sair no próximo dia 17 de Julho o disco, "Amália: As vozes do fado", produzido pelo cineasta luso-francês Ruben Alves, autor do filme "A Gaiola Dourada". O Projeto tem associado ainda um documentário sobre o Fado assinado também pelo Ruben Alves e com estreia marcada para o final de 2015.
O disco reúne os fadistas contemporâneos Ana Moura, António Zambujo, Carminho, Camané, Gisela João, Ricardo Ribeiro e as participações especiais de Bonga, Caetano Veloso, Mayra Andrade e Javier Limón.
Além disso, a capa do disco tem por base um trabalho idealizado pelo artista plástico Vhils e executado em parceria com a equipa de calceteiros de Lisboa, autores e zeladores de um dos principais patrimônios iconográficos de Lisboa.


segunda-feira, 13 de julho de 2015

Live Aid foi há 30 anos

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Numa altura em que os conteúdos disponíveis eram bem menores este transmissão contínua que durou cerca de 14 horas foi um acontecimento para todos nós. Ver todas as bandas de referência a tocar ao vivo e em directo era um privilégio raríssimo naquela altura.
Os U2 aproveitaram muito bem o momento e a sua atuação foi determinante para que eles se tornassem o fenómeno mundial que ainda hoje continuam a ser.
Lembro-me tão bem.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Guelã é o terceiro da Gadú

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Terceiro disco e que distante está do seu primeiro disco que nos apresentou esta excelente artista que tanto me encantou. Este é um trabalho muito mais complexo e eletrónico. Na minha opinião é daqueles discos em que é muito difícil gostar-se na primeira audição. Como destaque de lançamento a maria Gadú escolheu a músca mais próxima das suas raízes e mais fácil de atraír os seus fãs originais, chama-se "Obloco". "Quando eu lançar meu bloco
O bloco dos sem medo
Um bloco happy
Um bloco crente
Um bloco black
Um bloco free

Quando eu dançar pro povo
Vou de bloco de cimento
Eu vou correndo
Eu vou dizendo
Esse bloco é lindo
Demais
Assim

Eu já vejo juntando gente
De todo tipo
Com belas vestes
Bailando leves
Na madrugada
A manhã
Virá Ver
Obloco
Fora do carnaval
No chão do inverno

E A Lua Vai
Ter um recital
Do povo contente aos berros na rua
Pra fazer do povo saudade
Esse bloco canta
Vidas inteiras
E a multidão
Que se afoga
Ao dia

Essa noite É
Porta estandarte
Quando ao auge
O corpo
Exala
Paixões florais
Pela própria dança
Ninguém se fala
Ninguém se cansa
A Alma É O Pulso Do Bloco"
Obloco - Maria Gadú

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Inspiração esmagadora

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A DR1 Images é uma empresa de filmagens aéreas com drones e presenteou-nos com esta sequência de imagens do Rio que, como todos os outros vídeos que vi, são o melhor argumento para mostrar a qualidade do seu trabalho. Cidade maravilhosa.

Rio de Janeiro presented by DR1 Images from DR1 Images on Vimeo.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Data triste e saudosamente redonda

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Ontem cumpriram-se 25 anos da morte do compositor e cantor Cazuza. São 25 anos sem os seus poemas deliciosamente provocadores, as suas juras de amor incondicional e exagerado, o seu jeito deliciosamente insolente e descomedido, da sua overdose de vida permanente.
Nunca se irá saber o que aconteceria se ele não tivesse sido amaldiçoado por aquela horrível doença que o matou tão rapidamente. Não se sabe se ele teria produzido todos aqueles êxitos em tão pouco tempo, 5 álbuns em 5 anos, sem saber que iria morrer ou se optaria pela vida louca do excesso que tanto o atraía. Ninguém pode dizer que ele continuaria a representar a eterna juventude mesmo com 57 anos mas seria sempre melhor do que o desaparecimento do seu génio aos 32 anos.
Uns dias celebra-se a vida e noutros maldiz-se a morte.
"Vida louca vida, vida breve
Já que eu não posso te levar
Quero que você me leve
Vida louca vida, vida imensa

Ninguém vai nos perdoar
Nosso crime não compensa

Quando ninguém olha quando você passa
Você logo acha eu tô carente, eu sou manchete popular
Tô cansado de tanta babaquice, tanta caretice
Dessa eterna falta do que falar.

Se ninguém olha quando você passa
Você logo acha que a vida voltou ao normal
Aquela vida sem sentido, volta sem perigo
É a mesma vida sempre igual

Se alguém olha quando você passa
Você logo diz: "Palhaço!"
Você acha que não está legal

Perde todos os sentidos...
Corre sempre um perigo
Você passa mal

Vida louca vida, vida breve
Já que eu não posso te levar
Quero que você me leve

Vida louca vida, vida imensa
Ninguém vai nos perdoar
Nosso crime não compensa
Não,não compensa

Se ninguém olha quando você passa
Você logo acha eu tô carente, eu sou manchete popular
Tô cansado de tanta babaquice, tanta caretice

Dessa eterna falta do que falar
Vida louca vida, vida breve
Já que eu não posso te levar
Quero que você me leve"
Vida louca Vida - Cazuza