terça-feira, 30 de abril de 2013

O Magnífico Ricardo Afonso

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Conheço o Ricardo dos tempos em que ele tocava nos bares de Lisboa com os seus diversos projectos e onde já espantava toda a gente com a sua voz incrível e o seu swing arrebatador. Ouvi uma maquete de um projecto que ele queria lançar e fiquei rendido ao seu talento que já admirava. Víamos o nosso Benfica muitas vezes em casa de um grande amigo também músico e depois eu ficava na expectativa de os ouvir falar das suas músicas, uma paixão que eu partilhava mas que só poderia, no máximo, invejar o talento fantástico dos dois.
Numa altura decidiu ir tentar a sua sorte no estrangeiro, andou em cruzeiros, chegou a ser uma das estrelas principais de um dos barcos mais importantes e depois soube que ele estava em Londres e que tinha sido escolhido para ser um dos lead singers de um dos musicais de sucesso de West End que homenageava a carreira dos Queen e que era produzido pelo próprio do Brian May (acho). Nuca deu para ir ver mas fiquei muito feliz quando vi a sua demonstração de talento no lançamento dos Jogos Olímpicos de Londres, junto ao Buckingham Palace e frente a uma multidão de milhares de pessoas. Mais uma vez achei que ele iria dar o salto, finalmente. Infelizmente, não se passou nada. Mas esta semana o Ricardo teve um novo fôlego, participa na versão inglesa do programa "The voice" e, mais uma vez, rebentou! Esperemos que seja desta que ele alcance, finalmente, o sucesso mais que merecido.
Vou continuar a torcer por ele.



Novas da Rosa

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A Rosa Passos, dona de uma das vozes mais bonitas da música lusófona, tem um novo disco, maioritariamente dedicado a Djavan e às canções que ele tem vindo a criar. Confesso que fiquei curioso e cheio de vontade de ouvir este linda voz a interpretar músicas que fazem parte do lote das minhas músicas preferidas. Aqui vai o alinhamento do disco "Samba dobrado".

1. Pedro Brasil (Djavan, 1981)
2. Linha do Equador (Djavan e Caetano Veloso, 1992)
3. Maçã (Djavan, 1987)
4. Faltando um pedaço (Djavan, 1981)
5. Capim (Djavan, 1982)
6. Pétala (Djavan, 1982)
7. Lei (Djavan, 1986)
8. Pára raio (Djavan, 1976)
9. Cigano (Djavan, 1989)
10. Samba dobrado (Djavan, 1978)
11. Fato consumado (Djavan, 1975)
12. Serrado (Djavan, 1978)
13. Doce menestrel (Rosa Passos e Fernando de Oliveira, 2013)

Foi arrebatadoramente arrepiante

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E eu quero que ela volte logo. Acho que a C. sabe que ver Marisa Monte com ela foi mais das coisas que me encheu de prazer.

sábado, 27 de abril de 2013

Contagem ansiosamente decrescente

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É hoje, finalmente. Nunca estive tanto tempo sem ver um show da Marisa Monte e hoje vou vê-lo com a C. e com os meus amigos da vida, alguns deles que viram os shows anteriores comigo. Não há coisa mais importante na vida.

"E no meio de tanta gente eu encontrei você
Entre tanta gente chata sem nenhuma graça, você veio
E eu que pensava que não ia me apaixonar
Nunca mais na vida
Eu podia ficar feio só perdido
Mas com você eu fico muito mais bonito
Mais esperto
E podia estar tudo agora dando errado pra mim
Mas com você dá certo

Por isso não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais
Por isso não vá, não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais
Eu podia estar sofrendo caído por aí
Mas com você eu fico muito mais feliz
Mais desperto
Eu podia estar agora sem você
Mas eu não quero, não quero

Por isso não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais
Por isso não vá, não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais"
 Não vá embora - Marisa Monte

A talentosa e simpática Maíra Freitas

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Mais um ópyimo momento ontem no ESpaço Brasil, outra filha do mestre Martinho da Vila na musica num registo e com um estilo bastante distante da sua família de bambas.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

E se de repente...

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Saísse de um metro numa qualquer estação de metro de Nova Iorque e se deparasse com o Michael Bublé e os Naturally 7 a cantarem descontraídamente, era nice não era?!

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Novidade retardada

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Retardada pois foi um dos discos mais importantes de 2012 no Brasil e já tinha mostrado saliência num EP anterior com uma reinvenção inspirada de um dos maiores sucessos do brilhante Noel Rosa, "Taí". Chama-se Lúcio da Silva Souza e começou por ser o Lúcio Souza até se converter no Silva, nome com que se passou a identificar no seu álbum de estreia "2012". Não é um som tradicional de MPB mas enquadra-se nesta nova corrente electrónica e de maior vanguarda mas que nunca esquecem as raízes melódicas. Recomendo.