terça-feira, 29 de janeiro de 2013

O mundo é enorme

Share

Mais uma onda gigantesca na Praia do Norte na Nazaré dominada pelo louco McNamara.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Sol de Inverno

Share
Que nos remete logo para saudosos e bons momentos e nos deixa impacientes até os conseguir repetir.


























"Se eu tivesse mais alma para dar, eu daria..."

Share

"Luz das estrelas
Laço do infinito
Gosto tanto dela assim
Rosa amarela
Voz de todo grito
Gosto tanto dela assim
Esse imenso desmedido amor
Vai além de seja o que for
Vai além de onde eu vou
Do que sou minha dor
Minha linha do Equador
Esse imenso desmedido amor
Vai além de seja o que for
Passa mais além do céu de Brasília
Traço do arquiteto
Gosto tanto dela assim
Gosto de filha
Música de preto
Gosto tanto dela assim
Essa desmesura de paixão
É loucura do coração
Minha Foz do Iguaçu
Polo sul, meu azul
Luz do sentimento nu
Esse imenso desmedido amor
Vai além de seja o que for
Vai além de onde eu vou
Do que sou minha dor
Minha linha do Equador
Mas é doce morrer neste mar
De lembrar e nunca esquecer
Se eu tivesse mais alma pra dar
Eu daria, isto pra mim é viver
Céu de Brasília, traço do arquiteto
Gosto tanto dela assim
Gosto de filha, música de preto
Gosto tanto dela assim
Essa desmesura de paixão
É loucura do coração
Minha Foz do Iguaçu, polo Sul
Meu azul, luz do sentimento blue
Esse imenso desmedido amor
Vai além de seja o que for
Vai além de onde eu for, do que sou
Minha dor, minha linha do Equador
Mas é doce morrer neste mar de lembrar
E nunca esquecer
Se eu tivesse mais alma pra dar
Eu daria, isto pra mim é viver"
Linha do Equador - Caetano Veloso e Djavan

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Salgueiro há 20 anos

Share
"Explode coração
Na maior felicidade
É lindo o meu Salgueiro
Contagiando e sacudindo essa cidade"

Já faz 20 anos que o Salgueiro foi campeão da escolas de samba com o samba enredo que contou a história da viagem de navio entre Belém e o Rio de Janeiro, que geralmente era feita em navios com prefixo Ita. O título deste samba era "Peguei um Ita no norte" e devolveu o título de campeã à escola do morro do Salgueiro no bairro da Tijuca, que estava de jejum há 17 anos. Curiosamente voltou a sofrer de um jejum prolongado voltando a ser campeã apenas neste século, mais propriamente em 2009.
Mas este samba enredo tornou-se num dos clássicos da Carnaval do Rio de Janeiro e é tocado em todos os blocos carnavalescos que se prezem a começar pelo Monobloco e sem esquecer o meu querido bloco "Último Gole" no Jardim Botânico.
Este é um dos poucos sambas que passou a ser cantado por toda a gente independentemente da escola de samba que prefere e não há Carnaval sem cantar "explode coração" em utilizando todas as capacidades disponíveis na garganta e nas sofridas cordas vocais e, aparentemente, isso percebeu-se logo no momento em que a escola desfilou, segundo o site O dia na folia, do jornal carioca, O Dia:

"(...) Foi na vóz do intérprete Quinho que ‘Explode Coração’ caiu na boca do povo. Passados 20 anos do deslife, ele lembra que, logo no início, a torcida na Sapucaí abraçou o samba. “Logo que chegamos no setor 1 e comecei a cantar, o público veio junto e cantou com a gente. E foi assim por todo o tempo de desfile. Parecia que só tinha salgueirense na avenida”, afirmou Quinho.

A opinião é a mesma do autor Demá Chagas. “Foi impressionante. Todo mundo entrou no clima. Torcedor com a camisa da Mangueira, da Beija-Flor, policiais, repórteres. Todo mundo cantava, maravilhado com a passagem do Salgueiro”.

Referência quando o assunto é samba-enredo, Neguinho da Beija-Flor dá a palavra definitiva sobre aquele Carnaval. “O Salgueiro foi a terceira escola a desfilar. Mas quando eu ouvi aquele samba e vi o desfile, sabia que o título estava definido”."

Para afastar a chuva e o mau olhado

Share
"Alvorada lá no morro, que beleza
Ninguém chora, não há tristeza
Ninguém sente dissabor
O sol colorindo é tão lindo, é tão lindo
E a natureza sorrindo, tingindo, tingindo
( a alvorada )
Você também me lembra a alvorada
Quando chega iluminando
Meus caminhos tão sem vida
E o que me resta é bem pouco
Ou quase nada, do que ir assim, vagando
Nesta estrada perdida."
Alvorada - Cartola e Leci Brandão

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Fale mestre Zeca

Share
Dois belos clássicos do samba, acho que já os posso considerar.
"Quintal do céu", música do disco e DVD do Zeca Pagodinho, "O quintal do Pagodinho" aqui com Seu Jorge mas no disco estão todos os bambas. Belo ambiente.
A outra é um clássico com Almir Guineto e Fundo de Quintal, "Mole que nem manteiga".
Esta é para o meu brother P.



"Um bangalô
No mais lindo canto da cidade
Um grande amor
Para completar minha felicidade
Canção de poesia, primasia
A inspiração toma conta de mim
Meu coração
Acende o interior
A luminosidade é a luz do nosso amor
A luminosidade é a luz do nosso amor
Quintal do céu
Quintal do céu, porta aberta ao recebê-la
Estrela, divina luz
Da janela ao vê-la a fé conduz
A um poema que hoje eu mesmo fiz
Vem me fazer feliz
Sentindo assim
O meu interior
A luminosidade é a luz do nosso amor
A luminosidade é a luz do nosso amor
Um bangalô..."
Quintal do céu - Seu Jorge e Zeca Pagodinho


"É hoje, é hoje
É hoje que to querendo...tô mole que nem manteiga
O sol ta me derretendo.... é hoje!

Tô querendo e quem não quer
Viver em paz e harmonia
Também fazer treze pontos, sozinho na loteria
Muita gente tem não quer
Muita gente que não tem
É quem poucos com muito
E, muitos sem nem um vintém....é hoje"
Mole que nem manteiga - Fundo de Quintal, Zeca Pagodinho e Almir Guineto

Hoje e amanhã no Espaço Brasil

Share


"A lua e eu
a lua e eu

Mais um ano se passou
E nem se quer ouvi falar teu nome
A lua e eu

Caminhando pela estrada
Eu vou olhando o pôr do sol
Vejo pegadas
Mais não são as suas.
Eu sei, eu sei, eu sei
O vento faz, eu lembrar você
As folhas caem mortas como eu.

QUando eu olho no espelho
Estou ficando velho e acabado
Procuro encontrar
Não sei onde está
Você.

O vento faz, eu lembrar você
As folhas caem mortas como eu."
A lua e eu - Cidade Negra