quarta-feira, 6 de maio de 2009
A verdade não precisa de tradução
Li isto algures e, automaticamente, "adoptei", se o autor me permitir , acrescentaria ainda que a verdade além de não necessitar de tradução também não cria ilusões. Por isso não entendo quando as pessoas optam por manter situações ambíguas que parecem apoios de conforto, opções racionais de viver com o plano A e o plano B para o caso do primeiro falhar. Basta um olhar, um gesto insconciente ou, se calhar, consciente para os desmacarar, no entanto, por vezes, gostamos de nos enganar a nós próprios e mantemos este enredo. Admito que, por vezes, essa atitude comporta intenções mais "altruístas" relacionadas com o medo de magoar alguém próximo mas isso só piora e complica a estória. Temos também outros que se agarram incondicionalmente nas suas verdades como se essas fossem a única verdade possível. Estão totalmente enganados, refugiam-se em justificações emocionais, pensam que estão a falar com o coração quando toda a gente percebe que estão a falar é com o umbigo, vá-se lá entender!
Grande concerto ontem!
Lenny estás finalmente perdoado por aquela cena que me fizeste há uns anos no Restelo!
terça-feira, 5 de maio de 2009
Agradecimento eterno
Ontem morreu o Vasco Granja, o homem que me apresentou a Pantera Cor-de-Rosa. Estou-lhe eternamente grato e sempre lhe perdoei a estopada de filmes checo-eslovacos e romenos que tive de suportar.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Rio que mora no mar...
Pô que saudades!!!
Saudades do pastel do BB Lanches a qualquer hora, de uma noite perfeita no Sushi Leblon, das caipivodkas, caipirinhas, de limão, de morango, de maracujá (coada, claro) ou de todos os outros frutos difíceis de recordar e até pronunciar, dos croquetes de picanha no Veloso no regresso da praia, das noites intermináveis de chop Brahma no Jobi, sem nunca esquecer a sanduíche de pernil, do suco de açaí com banana em Ipanema, das noites glamourosas no Boox, do mergulho no mar às oito da manhã no Arpoador, das noites de dança na Lapa e do Rio Scenarium, de ver Monobloco no Circo Voador, do acordar com a companhia do morro dois irmãos, da vista maravilhosa da Pedra da Gávea, da música constante que nos envolve, do optimismo e descontracção latente, dos amigos que nos recebem de braços abertos, do aterrar no Santos Dumont, das rodas de samba, da corrida de fim de tarde no calçadão e da caminhada madrugadora, dos fins de tarde e começos de noite no Bar da Praia, do mergulho no mar em Ipanema, Leblon, Barra ou Praínha, do nascer do sol na praia de Botafogo, do aterro do Flamengo, das noites da Urca, da picanha no Garota da Urca e na Garota de Ipanema, da Rua Dias Ferreira, da livraria Travessa, dos passeios na Avenida Visconde Pirajá, da Lagoa Rodrigo de Freitas, da chegada ao Rio pelo túnel da Rebouças, do bondinho da Lapa, de Santa Teresa e do Aprazível, do sol, do calor, do cheiro, dos chinelos, bermudas e camiseta, do passeio de bicicleta até ao Leme, do Guaraná Antártica Light, da água de coco em qualquer lugar, das lojas da Osklem, eu sei lá que mais! Preciso de permanentes doses de regresso pois estou 100% carioca. Pô, morro de saudades desse meu esquema!
Saudades do pastel do BB Lanches a qualquer hora, de uma noite perfeita no Sushi Leblon, das caipivodkas, caipirinhas, de limão, de morango, de maracujá (coada, claro) ou de todos os outros frutos difíceis de recordar e até pronunciar, dos croquetes de picanha no Veloso no regresso da praia, das noites intermináveis de chop Brahma no Jobi, sem nunca esquecer a sanduíche de pernil, do suco de açaí com banana em Ipanema, das noites glamourosas no Boox, do mergulho no mar às oito da manhã no Arpoador, das noites de dança na Lapa e do Rio Scenarium, de ver Monobloco no Circo Voador, do acordar com a companhia do morro dois irmãos, da vista maravilhosa da Pedra da Gávea, da música constante que nos envolve, do optimismo e descontracção latente, dos amigos que nos recebem de braços abertos, do aterrar no Santos Dumont, das rodas de samba, da corrida de fim de tarde no calçadão e da caminhada madrugadora, dos fins de tarde e começos de noite no Bar da Praia, do mergulho no mar em Ipanema, Leblon, Barra ou Praínha, do nascer do sol na praia de Botafogo, do aterro do Flamengo, das noites da Urca, da picanha no Garota da Urca e na Garota de Ipanema, da Rua Dias Ferreira, da livraria Travessa, dos passeios na Avenida Visconde Pirajá, da Lagoa Rodrigo de Freitas, da chegada ao Rio pelo túnel da Rebouças, do bondinho da Lapa, de Santa Teresa e do Aprazível, do sol, do calor, do cheiro, dos chinelos, bermudas e camiseta, do passeio de bicicleta até ao Leme, do Guaraná Antártica Light, da água de coco em qualquer lugar, das lojas da Osklem, eu sei lá que mais! Preciso de permanentes doses de regresso pois estou 100% carioca. Pô, morro de saudades desse meu esquema!
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Ela já não gosta mais de mim, que pena
Magnífico Luau, só falta Jorge Ben. Verão eterno :)
É cedo ou tarde demais pra dizer adeus, pra dizer jamais!
Maldito paradoxo!
terça-feira, 28 de abril de 2009
Surpresa boa
Adoro a sôdona Amália, adoro a versão original, não gosto especialmente da Sónia Tavares mas desta vez surpreendeu-me, estou rendido! "Meu amor na tua mão, nessa mão onde cabia, perfeito o meu coração"
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