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sexta-feira, 10 de julho de 2015

Guelã é o terceiro da Gadú

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Terceiro disco e que distante está do seu primeiro disco que nos apresentou esta excelente artista que tanto me encantou. Este é um trabalho muito mais complexo e eletrónico. Na minha opinião é daqueles discos em que é muito difícil gostar-se na primeira audição. Como destaque de lançamento a maria Gadú escolheu a músca mais próxima das suas raízes e mais fácil de atraír os seus fãs originais, chama-se "Obloco". "Quando eu lançar meu bloco
O bloco dos sem medo
Um bloco happy
Um bloco crente
Um bloco black
Um bloco free

Quando eu dançar pro povo
Vou de bloco de cimento
Eu vou correndo
Eu vou dizendo
Esse bloco é lindo
Demais
Assim

Eu já vejo juntando gente
De todo tipo
Com belas vestes
Bailando leves
Na madrugada
A manhã
Virá Ver
Obloco
Fora do carnaval
No chão do inverno

E A Lua Vai
Ter um recital
Do povo contente aos berros na rua
Pra fazer do povo saudade
Esse bloco canta
Vidas inteiras
E a multidão
Que se afoga
Ao dia

Essa noite É
Porta estandarte
Quando ao auge
O corpo
Exala
Paixões florais
Pela própria dança
Ninguém se fala
Ninguém se cansa
A Alma É O Pulso Do Bloco"
Obloco - Maria Gadú

sábado, 9 de maio de 2015

Lembrei-me desta a caminho de casa

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E acho que ainda não está aqui no blog, apesar de ser uma das músicas da minha vida. Não sei qual a versão que mais gosto, por isso, ficam cá todas de uma vez e fica ainda a faltar a versão da Renata Gebara que também vale a pena.
Honra aos Los Hermanos de quem é a versão original e a Marcelo Camelo, autor da música.

 "Veja bem, meu bem
Sinto te informar que arranjei alguém
Pra me confortar
Este alguém está quando você sai
E eu só posso crer, pois sem ter você
Nestes braços tais

Veja bem, amor
Onde está você?
Somos no papel, mas não no viver
Viajar sem mim, me deixar assim
Tive que arranjar alguém pra passar os dias ruins

Enquanto isso, navegando vou sem paz
Sem ter um porto, quase morto, sem um cais

E eu nunca vou te esquecer, amor
Mas a solidão deixa o coração neste leva e traz

Veja bem além destes fatos vis
Saiba, traições são bem mais sutis
Se eu te troquei não foi por maldade
Amor, veja bem, arranjei alguém
Chamado "saudade""
Veja bem meu bem - Los Hermanos
 

sexta-feira, 15 de março de 2013

Se estava bom ainda ficou melhor

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CoolJazz deste ano vai ter Djavan e Maria Gadú no mesmo dia, anotem 5 de Julho nos jardins do Marquês de Pombal em Oeiras. Entretanto descobri que já tocaram juntos no Brasil.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Três belas novidades

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Já um pouco requentadas :).
Três belas cantoras desta nova geração da música brasileira. A Mallu Magalhães cresceu, tornou-se mulher o namoro com o muito mais velho Marcelo Camelo está-lhe a fazer bem. Está outra! é só ver as suas aparições há um ou dois anos atrás para se ficar com a sensação de que não é a mesma pessoa.
A Maria Gadú faz o seu grande "acid test" depois do enorme sucesso do seu primeiro disco. Este é um disco mais discreto com algumas boas músicas mas acho que devia ter esperado um pouco mais para lançar o seu disco seguinte. Desaparecia um pouco depois do turbilhão que foi a sua vida nos dois ou três últimos anos e aparecia quando já tivéssemos muitas saudades dela.
E por fim, Céu! Seu terceiro disco, mantendo o seu registo mas com menos jazz na fórmula.


terça-feira, 8 de novembro de 2011

"Oh menina, parece índia Yanomami seu cabelo preto breu..."

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"Se quer tamanho vou despir a alma
E afogar a calma salivando um beijo teu
Siga a seta e diga que sou seu!"

"Ô menina, parece índia Yanomami seu cabelo preto breu
Simula um toque, que desabroche
Esse teu casto mastigado pelo meu

Se quer tamanho vou despir a alma
E afogar a calma salivando um beijo teu
Siga a seta e diga que sou seu

Ô menina, parece índia Ianomami seu cabelo preto breu
Simula um toque, que desabroche
Esse teu casto mastigado pelo meu

Se quer tamanho vou despir a alma
E afogar a calma salivando um beijo teu
Siga a seta e diga que sou seu

Venha sem chão me ensina a solidão de ser só dois
Depois te levo pra casa
Que o teu laranja é que me faz ficar bem mais

Ô menina, parece índia Ianomami seu cabelo preto breu
Simula um toque, que desabroche
Esse teu casto mastigado pelo meu

Se quer tamanho vou despir a alma
E afogar a calma salivando um beijo teu
Siga a seta e diga que sou seu

Venha sem chão me ensina a solidão de ser só dois
Depois te levo pra casa
Que o teu laranja é que me faz ficar bem mais

Se quer tamanho vou te despir a alma
E afogar a calma salivando um beijo teu
Siga a seta e diga que sou seu

Se quer tamanho vou te despir a alma
E afogar a calma salivando um beijo teu
Siga a seta e diga que sou seu
Siga a seta e diga que sou seu
Siga a seta e diga que sou seu"
Laranja - Maria Gadú e Leandro Leo

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

"Deixa estar que o que for pra ser vigora..."

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Foi... Uma transbordante felicidade que já existia e se mantêm numa permanente ampliação e onde a música tem um papel tão terno, envolvente e marcante.

"Sai de si
Vem curar teu mal
Te transbordo em som
Poe juizo em mim
Teu olhar me tirou daqui
Ampliou meu ser
Quero um pouco mais
Não tudo
Pra gente não perder a graça no escuro
No fundo
Pode ser até pouquinho
Sendo só pra mim sim

Olhe só
Como a noite cresce em glória
E a distância traz
Nosso amanhecer
Deixa estar que o que for pra ser vigora
Eu sou tão feliz
Vamos dividir

Os sonhos
Que podem transformar o rumo da história
Vem logo
Que o tempo voa como eu
Quando penso em você

Olhe só
Como a noite cresce em glória
E a distância traz
Nosso amanhecer
Deixa estar que o que for pra ser vigora
Eu sou tão feliz
Vamos dividir

Os sonhos
Que podem transformar o rumo da história
Vem logo
Que o tempo voa como eu
Quando penso em você"
Encontro - Maria Gadú

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Ela diz mata, eu digo esfola

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É uma sintonia tranquila mas envolvente. Uma cumplicidade viciante. Uma inspiração terna. Uma vontade constante...
Logo lá estaremos!

"Onde queres revólver, sou coqueiro
E onde queres dinheiro, sou paixão
Onde queres descanso, sou desejo
E onde sou só desejo, queres não
E onde não queres nada, nada falta
E onde voas bem alto, eu sou o chão
E onde pisas o chão, minha alma salta
E ganha liberdade na amplidão

Onde queres família, sou maluco
E onde queres romântico, burguês
Onde queres Leblon, sou Pernambuco
E onde queres eunuco, garanhão
Onde queres o sim e o não, talvez
E onde vês, eu não vislumbro razão
Onde o queres o lobo, eu sou o irmão
E onde queres cowboy, eu sou chinês

Ah! Bruta flor do querer
Ah! Bruta flor, bruta flor

Onde queres o ato, eu sou o espírito
E onde queres ternura, eu sou tesão
Onde queres o livre, decassílabo
E onde buscas o anjo, sou mulher
Onde queres prazer, sou o que dói
E onde queres tortura, mansidão
Onde queres um lar, revolução
E onde queres bandido, sou herói

Eu queria querer-te amar o amor
Construir-nos dulcíssima prisão
Encontrar a mais justa adequação
Tudo métrica e rima e nunca dor
Mas a vida é real e é de viés
E vê só que cilada o amor me armou
Eu te quero (e não queres) como sou
Não te quero (e não queres) como és

Ah! Bruta flor do querer
Ah! Bruta flor, bruta flor

Onde queres comício, flipper-vídeo
E onde queres romance, rock?n roll
Onde queres a lua, eu sou o sol
E onde a pura natura, o inseticídio
Onde queres mistério, eu sou a luz
E onde queres um canto, o mundo inteiro
Onde queres quaresma, fevereiro
E onde queres coqueiro, eu sou obus

O quereres e o estares sempre a fim
Do que em mim é em mim tão desigual
Faz-me querer-te bem, querer-te mal
Bem a ti, mal ao quereres assim
Infinitivamente pessoal
E eu querendo querer-te sem ter fim
E, querendo-te, aprender o total
Do querer que há, e do que não há em mim"
O quereres - Caetano Veloso e Maria Gadú

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Falta um mês certo!

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Dia 4 lá estarei para os ver finalmente a actuar juntos, mal posso esperar.

"Have you ever felt this way?"

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Músicas de um Outono muito brilhante.


"Will it ever get better than tonight?"

sábado, 20 de agosto de 2011

Não me amarra dinheiro não...

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"Não me amarra dinheiro não
Mas formosura
Dinheiro não
A pele escura
Dinheiro não
A carne dura
Dinheiro não
Moça preta do curuzu
Beleza pura
Federação
Beleza pura
Boca do Rio
Beleza pura
Dinheiro não
Quando essa preta começa a tratar do cabelo
Conchas do mar
Ela manda buscar pra botar no cabelo
Toda minúcia
Toda delícia
Não me amarra dinheiro não
Mas elegância
Não me amarra dinheiro não
Mas a cultura
Dinheiro não
A pele escura
Dinheiro não
A carne dura
Dinheiro não
Moço lindo do Badauê
Beleza pura
Do Iê Aiyê
Beleza pura
Dinheiro yeah
Beleza pura
Dinheiro não
Dentro daquele turbante do Filho de Gandhi
É o que há
Tudo é chique demais, tudo é muito elegante
Manda botar
Fina palha da costa e que tudo se trance
Todos os búzios
Todos os ócios
Não me amarra dinheiro não
Mas os mistérios"
Beleza pura - Caetano Veloso

sábado, 7 de maio de 2011

Caetano e Maria Gadú ao vivo

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Já que não deu para assistir ao show ao vivo ao menos que chegue depressa o dvd, já sai no final deste mês.

sexta-feira, 11 de março de 2011

E hoje à noite... Maria Gadú

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É daqui a pouco e apetece-me tanto!

Esta música é do Chico Buarque mas confesso que acho esta versão, ninja!
"Como num romance
O homem dos meus sonhos
Me apareceu no dancing
Era mais um
Só que num relance
Os seus olhos me chuparam
Feito um zoom

Ele me comia
Com aqueles olhos
De comer fotografia
Eu disse cheese
E de close em close
Fui perdendo a pose
E até sorri, feliz

E voltou
Me ofereceu um drinque
Me chamou de anjo azul
Minha visão foi desde então
Ficando flou

Como no cinema
Me mandava às vezes
Uma rosa e um poema
Foco de luz
Eu, feito uma gema
Me desmilinguindo toda
Ao som do blues

Abusou do scotch
Disse que meu corpo
Era só dele aquela noite
Eu disse please
Xale no decote
Disparei com as faces
Rubras e febris

E voltou
No derradeiro show
Com dez poemas e um buquê
Eu disse adeus
Já vou com os meus
Numa turnê

Como amar esposa
Disse ele que agora
Só me amava como esposa
Não como star
Me amassou as rosas
Me queimou as fotos
Me beijou no altar

Nunca mais romance
Nunca mais cinema
Nunca mais drinque no dancing
Nunca mais cheese
Nunca uma espelunca
Uma rosa nunca
Nunca mais feliz"
A história de Lily Braun - Maria Gadú

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Simplesmente bela

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"... certas canções que ouço, cabem tão dentro de mim, que perguntar carece: como não fui eu que fiz?..."
Milton Nascimento

"Quando já não tinha espaço pequena fui
Onde a vida me cabia apertada
Em um canto qualquer acomodei
Minha dança os meus traços de chuva
E o que é estar em paz
Pra ser minha sem ser tua

Quando já não procurava mais
Pude enfim, nos olhos teus vestidos d'água
Me atirar tranqüila daqui
Lavar os degraus, os sonhos e as calçadas

E assim no teu corpo eu fui chuva
Jeito bom de se encontrar
E assim no teu gosto eu fui chuva
Jeito bom de se deixar viver

Nada do que eu fui me veste agora
Sou toda gota, que escorre livre pelo rosto
E só sossega quando encontra a tua boca

E mesmo que em ti me perca
Nunca mais serei aquela
Que se fez seca
Vendo a vida passar pela janela

Quando já não procurava mais
Pude enfim, nos olhos teus vestidos d'água
Me atirar tranquila daqui
Lavar os degraus, os sonhos e as calçadas

E assim no teu corpo eu fui chuva
Jeito bom de se encontrar
E assim no teu gosto eu fui chuva
Jeito bom de se deixar viver."
Quando fui chuva - Maria Gadú e Luis Kiari

O DVD deste show já toca cá em casa, felizmente e o reencontro já está marcado para dia 11 de Março no CCB.
Saudades da Urca...

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Rapte-me...

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"Rapte-me camaleoa
Adapte-me a uma cama boa
Capte-me uma mensagem à-toa
De um quasar pulsando lower
Interestelar canoa
Leitos perfeitos
Seus peitos direitos me olham assim
Fino menino me inclino pro lado do sim

Rapte-me, adapte-me, capte-me
It's up to me
Coração
Ser querer, ser merecer, ser um camaleão
Rapte-me camaleoa
Adapte-me ao seu
Ne me quitte pas"
Rapte-me Camaleoa - Caetano Veloso com Maria Gadu

terça-feira, 30 de novembro de 2010

A propósito de Maria Gadú

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Aqui fica uma música para o filme "Sonhos Roubados", Linda!

O filme é inspirado no livro "As Meninas da Esquina", de Eliane Trindade e foi bastante apreciado no Festival do Rio de 2009. Mais um retrato cru daquela cidade.

E aí estão eles

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Esta semana no Rio e aqui alguns excertos de uma entrevista conjunta, para quem, como eu, não vai estar e vai estar ansiosamente esperando por um registo deste encontro. DVD já!



quarta-feira, 10 de novembro de 2010

É demais para mim.

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Caetano Veloso e Maria Gadú estão a fazer shows juntos, começaram na Bahia e ainda este mês vão estar no interior de São Paulo, como atração do Festival SP On Live, em Bauru. Nos dias 24 e 26 vão estar em São Paulo e Belo Horizonte, respectivamente. E em dezembro, no encerramento da turnê, os shows acontecem no Rio de Janeiro e em Recife. E que tal Lisboa?

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Que saudades

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Da minha Gadú. Falhei o reencontro no Sudoeste deste ano e não vejo a hora de a ver brilhar num dos palcos da minha Lisboa. Aqui reinventa a incrível música do grande Noel Rosa "Filosofia" com a "You know I'm no good" da também maravilhosa Amy Winehouse de quem também tenho saudades de ouvir novas coisas.
Meu belo Morro da Urca.

"O mundo me condena
E ninguém tem pena
Falando sempre mal do meu nome
Deixando de saber
Se eu vou morrer de sede
Ou se vou morrer de fome.
Mas a filosofia
Hoje me auxilia
A viver indiferente assim.
Nesta prontidão sem fim
Vou fingindo que sou rico
Para ninguém zombar de mim.
Não me incomodo
Que você me diga
Que a sociedade
é minha inimiga.
[Hoje] cantando neste mundo
Vivo escravo do meu samba
Muito embora vagabundo.
Quanto a você
Da aristocracia
Que tem dinheiro
Mas não compra alegria
Há de viver eternamente
Sendo escrava desta gente
Que cultiva hipocrisia."

"Meet you downstairs in the bar and heard
Your rolled up sleeves and your skull t-shirt
You say what did you do with him today?
And sniff me out like I was Tanqueray

'Cause you're my fella, my guy
Hand me your stella and fly
By the time I'm out the door
You're ten men down like Roger Moore

I cheated myself
Like I knew I would
I told ya, I was trouble
You know that I'm no good

Upstairs in bed, with my ex boy
He's in the place, but I can't get joy
Thinking of you in the final throes, this is when my buzzer goes

Run out to meet you, chips and pitta
You say we'll marry 'cause you're not bitter
There'll be none of him no more
I cried for you on the kitchen floor

I cheated myself
Like I knew I would
I told ya, I was trouble
You know that I'm no good

Sweet reunion, Jamaica and Spain
We're like how we were again
I'm in the tub you on the seat
Lick your lips as I soak my feet

Then you notice little carpet burn
My stomach drop yeah and my guts churn
You shrug and it's the worst
To truly stuck the knife in first

I cheated myself like I knew I would
I told ya I was trouble, you know that I'm no good
I cheated myself, like I knew I would
I told ya I was trouble, you know that I'm no good"